domingo, 29 de dezembro de 2013

O Calor de Teresina

O calor de Teresina não me deixou dormir. Pra não ficar fazendo nada resolvi organizar meus livros e apetrechos.  E num é que no meio da confusão de papéis encontrei o exemplar n.° 4 do Entchurmando. Para os des-informados: era o informativo que da MPC Teresina publicou no final dos anos 90 e início dos anos dois mil. À época não dispúnhamos de internet. Produzíamos o jornal-zinho e mandávamos pelos correios. A direção dos trabalhos estava a cargo da competentíssima Yara Valentin, ajudada pelo mestre Lucas, Alice Raposo e eu.
O exemplar em questão tratava do ERV (encontro de voluntários...) que aconteceu em maio de 1998 na sempre bela Fortaleza. Adiante, reproduzo o artigo que falava do encontro:
“Banhada pelo mar, cantada pelos poetas, eternizada por José de Alencar, Fortaleza foi invadida por ‘emepêcistas’ de quase todo o nordeste entre os dias 1 e 3 deste mês.
Não precisa ficar assustado(a), emepêcista  não é nenhum grupo de saqueadores da seca, mas sim, voluntários da Mocidade Para Cristo do Brasil, reunidos em mais um encontro regional. Quem foi ficou encantado pelo que viu, ouviu e sentiu. Fortaleza é um ‘must’, o ERV foi um sucesso e a comunhão experimentada foi o máximo.
Capitaneados pelo secretário regional do Nordeste, Vinícius Gueiros, um dos ’dinossauros’ da MPC – dentro outros presentes, as reuniões mostraram a realidade de cada filial ali presente: Fortaleza, Natal, João Pessoa, Caxias, Campina Grande e Teresina (ausentes o pessoal de Caruaru, São Luís e Petrolina).
Apesar das dificuldades apresentadas, as filiais, sem exceção, têm conseguido levar a mensagem do Evangelho adiante. Muitas vitórias foram alcançadas, enfim, ancorados na Rocha, não importa o tempo.
Como ninguém é de ferro, e ferro em Fortaleza enferruja, nossa anfitriã Lilian Queiroz nos levou por um ‘giro’ pela capital alencarina. Este que vos escreve ficou fascinado pela maneira como Fortaleza com seus quase milhões de habitantes é calorosa e receptiva com seus visitantes. Depois de muitos ‘clics’ e ‘xis’, fotos ficarão sempre guardadas em álbuns de recordações.
Mas como tudo que é bom dura o tempo certo, chegou a hora de voltar, cada um para sua realidade, para fazer aquilo que a Katiane (obreira da MPC Campina Grande) aconselhou: ‘não devemos priorizar a obra do Senhor, e sim o Senhor da obra’ Até a próxima!”
Confesso que bateu uma saudade imensa daqueles dias ali no Ceará com aquela galera fenomenal. Soli Deo Gloria.



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