segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Entre a política e a poesia...

Os últimos dias têm se mostrado por demais intensos... E várias são as razões para o turbilhão de eventos que se abateram sobre os leitores deste blog, do Zero Hora, da Uol, do Terra, do Correio Brasiliense, do Yahoo, da Folha de São Paulo, do Estadão... como também sobre quem não lê nada... ou mesmo sobre quem não sabe ler...

No dia 26 de novembro último (estamos no ano de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2016, para os desavisados...), como quem tem pressa de não deixar novembro findar, Fidel Castro sucumbiu frente ao fatalismo biológico que sempre abate as gentes e, morreu aos noventa anos (confesso que pensava que ele já tinha ultrapassado os cem...). Não vou entrar no mérito se ele prestou ou não... A História o julgará enquanto líder da Revolução Cubana, líder resistente frente ao império ianque, ou mesmo, como querem os “novos paladinos” da justiça e da decência, como um “ditador sanguinário” ...

Ontem, dia 04/12/2016, o poeta timbira (adjetivo gentílico de quem nasce no Estado do Maranhão) também feneceu frente à ingrata das gentes. Ferreira Gullar se vai, mas sua obra, como é próprio da poesia, fica ao vento espalhando cabelos e alvoraçando cabeças e mentes...

No meio da política e da poesia a juventude pujante pereceu. Mães e pais não mais terão seus filhos. Namoradas, esposas, amantes perderam o objeto do seu amor... O esporte Betrão fica órfão da força e vitalidade da jovem equipe de Chapecó (SC)... #forçachape

A vida segue desempoderada e sem rima...



sábado, 3 de dezembro de 2016

Dias de dor e lamento...

Tudo  que vier a ser dito sobre a tragédia que se abateu sobre nossa noção nesses últimos dias, será lugar comum...O melhor a ser feito é seguir o exemplo do povo que foi ao velório coletivo em Chapecó: ficar em silêncio e deixar a chuva cair... #forçachape