sábado, 13 de agosto de 2011
meu pai é difícil...
sábado, 6 de agosto de 2011
Machismo ? Hoje ?
Plenitude do machismo
Hoje a situação é outra em quase todos os países do mundo. E tende a melhorar.
Mas a plenitude do machismo é muito anterior à civilização da mulher do lar. O auge do machismo aconteceu no ano 483 antes de Cristo, quando um conselho de Estado, sob a presidência do todo-poderoso Xerxes I, promulgou a lei mais machista da história. Como se tratava de um império enorme, que começava nas proximidades da índia e terminava onde hoje se encontra o Sudão, na África, o decreto alcançava quase toda a população feminina do mundo de então. Como não havia ainda correio eletrônico, fax, televisão, rádio, telefone, telégrafo nem mala-direta, o texto da lei foi traduzido para todas as línguas do vasto Império, na escrita de cada uma delas, e enviado para as mais longínquas regiões da Ásia Meridional e da África Ocidental, por meio de funcionários públicos que faziam o serviço dos atuais correios.
O decreto era curto e enfático: "Que todo marido fosse chefe da sua casa e que tivesse sempre a última palavra" (Et 1.22, em A Bíblia na Linguagem de Hoje). A lei oficializou o machismo.
Curiosamente, o que provocou o decreto ou a plenitude do machismo foi uma briga conjugal. O vaidoso Xerxes I, também conhecido como Assuero, em meio a uma bebedeira, mandou buscar a mulher para mostrar a beleza dela aos nobres e ao povo que participavam de um banquete por ele oferecido. A rainha simplesmente recusou a comparecer. A ausência de sobriedade do marido e dos comensais e a possível intenção de Assuero de exibir o corpo da mulher, justificaram a atitude de Vasti. Antes que o comportamento da rainha empobrecesse a autoridade de todos os maridos do Império Medo-persa, Xerxes I e seus mais chegados conselheiros, todos homens, acharam por bem amedrontar as mulheres e assegurar o machismo, contemplando-o com a lei do domínio absoluto do homem sobre o chamado sexo frágil. Naquela mesma tarde, a rainha perdeu a coroa e o marido. Mas não perdeu a dignidade.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Educar é preciso, viver não é preciso !!!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A luta continua...

“Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis”
Fundador e Primeiro Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pajeú do Piauí, por duas vezes vereador por Canto do Buriti,Quando o povoado foi feito cidade, CHICO GENRO foi candidato a Prefeito e Vice-Prefeito. CHICO GENRO nunca se negou a lutar por todos os marginalizados e descamisados de Pajeú do Piauí, fazendo da sua própria vida um símbolo da luta do homem do campo e da cidade.
Lutou e conseguiu a piçarra para a estrada vicinal que liga Pajeú a Rodovia PI 140 (hoje Rodovia PI 463 Chico Genro) Sempre pensando na melhoria da vida de seus conterrâneos, não mediu esforços até que a eletrificação chegasse a Pajeú do Piauí. Quando o homem do campo reclamava por terra e pão, CHICO GENRO reuniu forças e viabilizou a instalação do Assentamento “Lagoa do Mato”.
Vítima de um câncer, CHICO GENRO precocemente deixou a luta no plano terreno. Nos dias que seguem embaixo do sol, ele representa a luta do povo de Pajeú do Piauí por dias melhores